Também autor de livros, sua obra mais conhecida é “Camaradas”, que conta a história da Intentona Comunista de 1935, a partir de sua investigação feita em 1993 nos arquivos da KGB, em Moscou.
O jornalista trabalha na Rede Globo desde 1996, sendo que em 2000 retornou ao Brasil. Desde então, ele é enviado especial em eventos como a eleição norte-americana e para entrevistas inéditas, como a recentemente realizada com o presidente iraniano Mahamoud Ahmadinejad. Nessa entrevista, ocorreu fato inusitado: Os assessores do presidente o solicitaram que retirasse a gravata, por ser uma ofensa no Irã. Waack os convenceu e manteve o acessório, alegando que no Brasil o público entenderia que o presidente estava sendo desrespeitado pelo entrevistador.
Willian Waack formou-se em jornalismo na USP; em Ciências Políticas, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mainz, na Alemanha; e fez mestrado em Relações internacionais. Talvez ele seja considerado um modelo de correspondente internacional para aqueles que almejam seguir tal carreira, tendo em vista que foram 20 anos de trabalhos no exterior, para em 2000 retornar ao seu país e apresentar, desde 2005, o telejornal noturno da maior rede televisiva do país.
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