João Evangelista também se apresentou, na noite anterior, com seu grupo Viva Viola no Teatro Municipal, outra atração do 23º Inverno Cultural da UFSJ. Dois dos outros cinco companheiros do escritor (Pereira da Viola e Wilson Dias) frisaram o tom da palestra tocando músicas de autoria do grupo.
No início da apresentação, Rodrigues perguntou a todos os ouvintes o que cada um entendia como mineiridade. A partir daí, passou a discutir aspectos diferenciados desse conceito. Ainda ressaltou o uso da mineiridade nos discursos políticos, fruto de sua vasta experiência como assessor de governadores.
No Centro Cultural da UFSJ, a partir das 11h, foram exibidos os filmes “Retalhos Digitais 3”, de Rodrigo Maia, “Prazer em te desconhecer”, do professor Jairo Faria Mendes e “Leque, vídeo performance”, de Paola Rettore. O segundo filme é uma produção dos novos cursos de teatro e comunicação social da UFSJ.
O videodocumentário “Ruídos de Minas”, de Filipe Sartoreto foi apresentado às 15h na sala multimídia do Solar. O filme trata da música Heavy Metal de Belo Horizonte e de sua referência no mundo inteiro.
Às 20h, os alunos do segmento popular do curso de música da UFSJ levaram à Avenida Tancredo Neves o movimento tropicalista em seus aspectos conceituais e estéticos. O grupo Banana em Transe apresentou o show “Alegria, Alegoria e Banana”, no palco Paisagens Sonoras.
Para os amantes do jazz e da música erudita, o grupo Tabajara Belo Trio, formado pelos músicos Kiko Mitre, Márcio Bahia e Tabajara Belo, confirmou seu compromisso com o genuíno violão brasileiro. Tudo isso a partir das 22h, no Teatro do campus Santo Antônio.